Realidades Virtuais

17 de Maio a 2 de Junho de 2010

De 17 de Maio a 2 de Junho, os videojogos, as redes sociais e os mundos virtuais estarão em destaque em Lisboa com o projecto “Realidades Virtuais” organizado pelo Goethe-Institut Portugal.

Sociedade

24 e 25 de Maio de 2010

Nos dias 24 e 25 de Maio, especialistas portugueses e alemães irão discutir os efeitos dos videojogos e redes sociais na psicologia, na sociologia e na protecção de menores. Um ciclo de conferências para discutir as influências e o impacto das realidades virtuais na sociedade actual.

Educação

29 de Maio de 2010

No dia 29 de Maio, numa conferência e dois workshops com especialistas portugueses e alemães, serão colocadas em cima da mesa questões relacionadas com a educação e as realidades virtuais na aprendizagem de línguas estrangeiras.

Arte

17 de Maio a 2 de Junho de 2010

A Media Arte marcará presença através através do prestigiado centro de media arte alemão ZKM com 4 instalações interactivas e um workshop dedicado aos mais pequenos. No Cinema poderá ser vista uma das mais marcantes obras de Fassbinder na área da ficção científica: “Welt am Draht”, de Rainer Werner Fassbinder.

Bibliotecas

20 de Maio de 2010

O Goethe-Institut Portugal, em colaboração com a APBAD, o Instituto Cervantes, o Instituto Ibero-Americano da Finlândia e o Instituto Italiano de Cultura organiza a conferência internacional “Videojogos e Web 2.0: desafios para a formação dos bibliotecários”, que irá contar com a presença de especialistas de Portugal, da Alemanha, de Espanha, de Itália e da Finlândia.

Centro de Jogos

17 de Maio a 2 de Junho de 2010

O centro de jogos será um espaço recreativo onde os visitantes poderão não só jogar mas também recordar o passado, com uma exposição de consolas antigas, e descobrir os novos mundos do futuro. Palestras diversas sobre Second Life, World of Warcraft, sessões especiais sobre Gamedesign e torneios variados irão marcar este espaço durante todo o projecto.

Há muito que o termo “bibliotecário” evoca uma imagem algo estranha, empoeirada e ultrapassada, de alguém que colige, indexa e transmite a herança e o conhecimento da humanidade que se encontra especialmente em formato impresso, obrigando a um trabalho em certa medida conservador, cuidado e ponderado. Mas, com o passar do tempo, o bibliotecário evoluiu e com ele evoluíram também a mediação do conhecimento e da comunicação, uma evolução tão bem sucedida e discreta que, para a maioria das pessoas, a verdadeira função do bibliotecário se tornou quase uma incógnita.

Com a transformação da internet numa ferramenta de comunicação e informação à escala global, a validação e legitimação da profissão dos bibliotecários torna-se uma necessidade. Se é possível comunicar, encontrar e disponibilizar informação livremente na Internet, para que servem os bibliotecários, profissionais que nunca foram vistos como sendo particularmente inovadores ou apologistas das tecnologias? A comunicação através do computador é muito mais abrangente, rápida e independente do que a mediada de forma tradicional pelos bibliotecários, não estando limitada pelo tempo, espaço ou suporte físico.

Depois da letargia e da auto-comiseração, muitos bibliotecários aceitaram os novos desafios: reconheceram que a limitação aos suportes físicos não fazia sentido e constataram que a comunicação através do computador, devido ao seu imediatismo e paralelismo, (1:1, 1:v; v:1 e v:v), pode levar a um excesso de informação. Torna-se assim necessário encontrar especialistas que ajudem a desbravar esta selva da informação.

Impõem-se então algumas questões: conseguirão os bibliotecários ajudar? Conseguirão acompanhar as evoluções tecnológicas de ponta? E deverão fazê-lo? Como serão transmitidos no futuro os conteúdos culturais e científicos? Como se alterou a aprendizagem e, em consequência, o utilizador? O que significam os novos media como os jogos de computador e a Web 2.0 para o trabalho futuro do bibliotecário e como é que isso irá influenciar a formação profissional do bibliotecário? Poderemos ter, no futuro, apenas uma formação única para o bibliotecário ou irá este passar a ser apenas um termo geral que engloba várias actividades multifacetadas? As novas tarefas e objectivos não irão requerer também novas cooperações e redes? E quem serão os parceiros?

Estas são questões que, devido à sua complexidade, deverão ser abordadas de igual forma pela sociedade, pelo indivíduo e pelo bibliotecário. O Goethe-Institut Portugal pretende assim abrir a discussão com a organização de uma conferência. Grupo-alvo serão, naturalmente, os próprios bibliotecários, mas também professores de instituições de ensino superior, associações profissionais e ministérios.


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